Das dores agônicas veio o pranto
Em meio a ele, prantos
Era sepulcro o silêncio
Mais ainda ter que ouvi-lo
O cenário mostrava-se triste
Eu mais...
Era suicídio, da alma, da vida
Devaneio, loucura, solidão
E ela a solidão, nem era estranha
Tão pouco a odiei, trocávamos passos e dizeres
Ambas correspondidas, ambas compreendidas
Os pensamentos...
Perplexos e devastados, medonhos.
Tão e tanto que tinta nenhuma os descreveriam
A monotonia trouxe-me o cansaço enternecido
Cordialmente golpeado pela sanidade
Que muito parecia de amargura embriagada
O meu ser sôfrego e alvo
Entregou-se das dores, da tristeza, dos pensamentos.
Fartou-se do pranto, dos prantos
Aqueles que secava-me
E deixava-me pelos cantos
E deixava-me pelos cantos
Kamila


Lindo o seu poema, Kamila.
ResponderExcluirParabéns!
Bjin.
Nédia.